UN PERIODISTA BRASILEÑO ENLOQUECIÓ EN LA BOMBONERA: “ERA COMO UN TERREMOTO”

Felipe Mussa, periodista brasileño de SporTV, quedó shockeado con el clima que vivió para la semifinal de la Copa Libertadores que Boca le ganó por 2-0 a Palmeiras. “Fue un terremoto cuyo epicentro era La Bombonera”, escribió en su Instagram.

“Si yo lo sentí desde el palco de prensa, los jugadores de Palmeiras también. Enfrentar a ese paredón humano era intimidante. Esas 50 mil personas te presionaban durante dos horas”, agregó.

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A Torcida O chão tremia como se tudo fosse cair. Um terremoto, cujo epicentro era a Bombonera, um ambiente hostil. A torcida do Boca Jrs faz questão de deixar isso bem claro para qualquer um que tenha a oportunidade de entrar nesse estádio. Se da tribuna de imprensa eu senti, os jogadores do Palmeiras também. Encarar aquele paredão vivo era intimidador. A vibração do solo e do som tornavam aquelas quase 50 mil pessoas uma presença física que te pressionava durante quase duas horas. O jogo truncado durou todo o primeiro tempo, só depois do intervalo o Boca conseguiu transpor aquela intensidade das arquibancadas para o campo. Encurralou o Palmeiras, que resistiu até os 38 do segundo tempo. Weverton se chocou com a trave para impedir o gol, mas cedeu o escanteio, que precedeu o estrondo. Benedetto subiu fora do alcance de todos e marcou. Explosão é a única palavra que pode definir esse momento e ver aquilo foi um privilégio. Quatro minutos depois, Benedetto outra vez. Com um drible inesperado e um chute seco fez tudo explodir novamente. Dois a zero, o jogo estava acabado e eles não paravam de cantar. Não era mais preciso apoiar o time, mas eles cantavam mais forte. Era uma ode da torcida para ela mesma, que sabia da sua responsabilidade naquela vitória. Todos ali sabiam. Eles deixaram isso bem claro.

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